algo que queima e tira o fôlego.
arde,arde...
será amor ou dor?
sábado, 31 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
hoje a lua
foi encharcar a rua,
como um farol.
e a saia,
ia e voltava,
com o vento de julho.
não sei se foi o rumo do vento,
o prumo da vida,
ou o ciclo da lua,
mas hoje tive certeza.
me afundei no mar
dos meus pensamentos,
das minhas memórias e segredos...
e você me veio assim,
tão certo como uma onda.
só sei que do alto da escada
em que subi,
vi que tudo se iluminou,
da areia à lua.
de fora pra dentro.
dos pés à cabeça.
meu coração vibrou,
frenético,
com o conhecimento.
me parti em mil,
e espelhei luzes.
saí correndo, efervescendo, pulando e iluminando a cidade.
foi encharcar a rua,
como um farol.
e a saia,
ia e voltava,
com o vento de julho.
não sei se foi o rumo do vento,
o prumo da vida,
ou o ciclo da lua,
mas hoje tive certeza.
me afundei no mar
dos meus pensamentos,
das minhas memórias e segredos...
e você me veio assim,
tão certo como uma onda.
só sei que do alto da escada
em que subi,
vi que tudo se iluminou,
da areia à lua.
de fora pra dentro.
dos pés à cabeça.
meu coração vibrou,
frenético,
com o conhecimento.
me parti em mil,
e espelhei luzes.
saí correndo, efervescendo, pulando e iluminando a cidade.
sábado, 24 de julho de 2010
quero aprender a falar baixinho,
e te contar segredinhos ao pé do ouvido.
não vou escolher um momento,
nem o meu melhor vestido...
vou só deixar que chegue...
assim,de mansinho, a hora.
e se eu dormisse com você,
acordando às seis,junto ao sol,
despenteada.
você me daria beijinhos por cima do cabelo?
mesmo se na noite eu me assustasse e te acordasse
só pra você me dar a mão
ainda assim seria doce?
você ainda me explicaria mil coisas incompreensíveis,
só pra tentar disfarçar o encanto,
de me ver acordar?
hoje não vou mais sonhar com nada.
não vou preencher a falta com o sonho,
com o sono.
estou acordada e pronta pra te ver chegar,
para não pegar mais filas,
para não pular mais horas.
comprei mais de mil senhas,
adquiri um GPS e trezentos mapas.
entre nós,não há mais pra onde fugir.
e te contar segredinhos ao pé do ouvido.
não vou escolher um momento,
nem o meu melhor vestido...
vou só deixar que chegue...
assim,de mansinho, a hora.
e se eu dormisse com você,
acordando às seis,junto ao sol,
despenteada.
você me daria beijinhos por cima do cabelo?
mesmo se na noite eu me assustasse e te acordasse
só pra você me dar a mão
ainda assim seria doce?
você ainda me explicaria mil coisas incompreensíveis,
só pra tentar disfarçar o encanto,
de me ver acordar?
hoje não vou mais sonhar com nada.
não vou preencher a falta com o sonho,
com o sono.
estou acordada e pronta pra te ver chegar,
para não pegar mais filas,
para não pular mais horas.
comprei mais de mil senhas,
adquiri um GPS e trezentos mapas.
entre nós,não há mais pra onde fugir.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
para minha mãe um pedacinho da manha com o sol nascendo.
e alguns cabelos meus em seu colo,para que ela brinque.
e meu próprio colo,para que ela deite,despreocupada.
um banho no mar e uma areia quente para deitar.
vários bichinhos e babas e lambidas quentes,cheias de amor.
para minha mãe todas essas coisinhas doces e caldas de chocolate.
pijaminhas molinhos e um soninho delicia a tarde,
tudo que ela pedir,todo o mundo tão pequeno,tão simples,dela.
e alguns cabelos meus em seu colo,para que ela brinque.
e meu próprio colo,para que ela deite,despreocupada.
um banho no mar e uma areia quente para deitar.
vários bichinhos e babas e lambidas quentes,cheias de amor.
para minha mãe todas essas coisinhas doces e caldas de chocolate.
pijaminhas molinhos e um soninho delicia a tarde,
tudo que ela pedir,todo o mundo tão pequeno,tão simples,dela.
domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
espaço
quero sentir o vento.
o vento do espaço que existe entre nós.
quero poder tocar a fumaça de sua fuga rápida.
preciso sentir esse frio, agora
vá embora.
não posso aguentar essa ilusão quente
que quanto mais cresce,
mais me queima.
devo congelar nessa realidade, aceitá-la
e segurar as pedras de gelo que concretizam
esse espaço entre nós.
o espaço do que não foi.
o espaço do que não vem.
o espaço (tão cheio de mim) aonde você não está.
o vento do espaço que existe entre nós.
quero poder tocar a fumaça de sua fuga rápida.
preciso sentir esse frio, agora
vá embora.
não posso aguentar essa ilusão quente
que quanto mais cresce,
mais me queima.
devo congelar nessa realidade, aceitá-la
e segurar as pedras de gelo que concretizam
esse espaço entre nós.
o espaço do que não foi.
o espaço do que não vem.
o espaço (tão cheio de mim) aonde você não está.
Assinar:
Postagens (Atom)
