Hoje acordei me sentindo um passarinho. Não no sentido frágil da figura, pelo contrário, acordei me sentindo um passarinho que já estava muito grande em um ninho muito apertado. Quase caindo desse ninho e me sentindo péssima por não caber mais neste lugar, comecei a reparar em mim. Nesse tempo em que vivi nesse ninho, minhas asas foram crescendo junto comigo. Assim como o resto do meu corpo, elas também ficaram mais fortes.
Sair de um ninho nunca é fácil, mas como tudo na vida é ciclo, este é mais um que deve ser atravessado. Nós sempre precisamos colocar um ponto final em algumas coisas para que outras, também muito boas, também cheias de complicações, possam vir e nos ensinar mais um pouco.
Sair de um ninho também não deve ser confundido com uma perda, ou algo doloroso. Não é porque você está indo que o lugar onde estava não era bom o suficiente, ele só não te cabia mais. Dói esse sentimento de partida e por isso ela, a partida, deve ser feita com cuidado. Como o primeiro voo.
Muitos vão questionar o porque daquela ida, do encerramento daquela fase. A verdade é que não existe um motivo certo, mas você provavelmente vai sentir quando tiver que ir. Também não busque muitas explicações, aceite como o que é, algo novo, uma surpresa que a vida te deu, na hora que tinha que dar.
Como passarinho, já quis voar muitas vezes e muitas vezes achei que o tinha feito, mas agora percebo que tudo foi uma construção. Com pequenos voos fui me preparando para agora fazer um voo maior, com um risco maior e com asas mais fortes. Hoje tenho certeza que está chegando a hora de voar, mas assim como me cuidaram muito bem dentro deste ninho em que fui crescendo até hoje, também vejo que tenho que ir com calma.
A verdade é que nunca estamos completos, totalmente prontos pra ir, às vezes as asas, mesmo maiores, ainda vão ter alguns pontos delicados que irão se fortificando com o tempo, mas depois que nos determinamos a partir, é só ir se levantando devagarinho, comprando geladeira, estocando comida, distribuindo abraços, chacoalhando as penas e abrindo os braços pra se jogar no ar, no mundo.
Vai dar aquele frio na barriga no começo, a insegurança, o medo de cair... até que você vai se ver voando, sozinho...
"Que meu voo seja tranquilo"
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
old stuff
The city is sleeping
With close windows
But I'm open
Expecting some light
I've been waiting FOR you
At my dark room
To spread your bright
Here are the keys
It's just get in
SO Deep in my mind
You stole the lights from THIS town
But where are you now
To illuminate the night?
Where are you now
To illuminate my heart?
Aí foi uma coisa louca
Cabelo, areia, boca.
Tudo junto...
E olhos...
Ah, os olhos mais loucos que vi.
Queria entrar neles
Nadar neles
O que seria você sem esses olhos?
Essas mãos por todos os lados
Me pondo do avesso
E tudo se atravessando
São meio portais esses seus olhos
E agora que passei não sei onde estou
E será que dentro deles eu chego em você?
Ou entrei pra outro labirinto?
Me puxe por uma corda
Me mostrando o caminho
Ou me amarre de vez,
juntinho.
Quero a mistura...
Os olhos, as mãos, o agarro todo.
O desespero e a calma do que pode vir.
E que venha!
Cabelo, areia, boca.
Tudo junto...
E olhos...
Ah, os olhos mais loucos que vi.
Queria entrar neles
Nadar neles
O que seria você sem esses olhos?
Essas mãos por todos os lados
Me pondo do avesso
E tudo se atravessando
São meio portais esses seus olhos
E agora que passei não sei onde estou
E será que dentro deles eu chego em você?
Ou entrei pra outro labirinto?
Me puxe por uma corda
Me mostrando o caminho
Ou me amarre de vez,
juntinho.
Quero a mistura...
Os olhos, as mãos, o agarro todo.
O desespero e a calma do que pode vir.
E que venha!
É difícil quebrar o pseudo-equilíbrio que tinha inventado pra mim, que funcionava até então.
The thing is, você chegou numa noite bagunçada, eu já tava lá, tomando todas esperando por nada além dum barato. Mas aí eu te vi assim, meio depressa. E nossos olhares já se invadiram naquele instante, estranhamente.
Te vi de novo e aí foi a perdição. A lua se foi, o dia nasceu e estávamos ali, hipnotizados.
As pessoas falam dos meus olhos, mas acho que nunca vi olhos como os seus. Eu ficava louca querendo olhar mais, e foi nessa brincadeira de olhar que me perdi. Acho inclusive que ainda estou aí dentro, dos teus olhos. Abrindo prateleiras, procurando dentro dos armários, de baixo da cama... Tentando entender o que está me deixando tão presa à você.
Seus olhos me lembram segredo. E isso parece muito clichê, mas não sei outro jeito ou outra palavra pra explicar... Também acho que está na hora de abraçar uns clichês, porque o que é a vida se não uma repetição de acontecimentos em lugares diferentes?
Depois dos olhos veio outra coisa, o corpo. Não se pode fazer pouco caso do corpo, porque ele fala. O corpo grita e tem voz própria. Não sei de muita coisa, mas sei que o nosso criou uma língua nova e se entendeu, se abraçou profundamente. Desde aí não consegui mais raciocinar como antes. Estou louca procurando por você.
Mas todos me falam to let it be... E eu não sei se criei uma ilusão, outra ilusão na minha cabeça, que vale a pena ir, ou se realmente devo valorizar tão pouco seus olhos, os corpos e as vozes que escuto.
Nunca sabemos até onde ir, no geral quem está por fora, sempre quer que você não vire a esquina, fique só até onde os olhos podem ver. Mas tem algo incrível que está me puxando pra escuridão, ela me instiga.
Se tudo é uma surpresa e por enquanto não sei se você é algo maravilhoso ou não, o que custa acreditar que sim? Se todo mundo quer apostar alguma ficha, porque eu não poderia apostar todas as minhas acreditando que vou ganhar?
Faz tempo que fujo dos olhos, mas já que nesses me encontro absorta, acho que posso também voltar a apostar.
Então é isso, minhas fichas estão na mesa, junto com meu coração. Como um bom apostador só acredito no seguinte: Dessa vez eu vou ganhar!
The thing is, você chegou numa noite bagunçada, eu já tava lá, tomando todas esperando por nada além dum barato. Mas aí eu te vi assim, meio depressa. E nossos olhares já se invadiram naquele instante, estranhamente.
Te vi de novo e aí foi a perdição. A lua se foi, o dia nasceu e estávamos ali, hipnotizados.
As pessoas falam dos meus olhos, mas acho que nunca vi olhos como os seus. Eu ficava louca querendo olhar mais, e foi nessa brincadeira de olhar que me perdi. Acho inclusive que ainda estou aí dentro, dos teus olhos. Abrindo prateleiras, procurando dentro dos armários, de baixo da cama... Tentando entender o que está me deixando tão presa à você.
Seus olhos me lembram segredo. E isso parece muito clichê, mas não sei outro jeito ou outra palavra pra explicar... Também acho que está na hora de abraçar uns clichês, porque o que é a vida se não uma repetição de acontecimentos em lugares diferentes?
Depois dos olhos veio outra coisa, o corpo. Não se pode fazer pouco caso do corpo, porque ele fala. O corpo grita e tem voz própria. Não sei de muita coisa, mas sei que o nosso criou uma língua nova e se entendeu, se abraçou profundamente. Desde aí não consegui mais raciocinar como antes. Estou louca procurando por você.
Mas todos me falam to let it be... E eu não sei se criei uma ilusão, outra ilusão na minha cabeça, que vale a pena ir, ou se realmente devo valorizar tão pouco seus olhos, os corpos e as vozes que escuto.
Nunca sabemos até onde ir, no geral quem está por fora, sempre quer que você não vire a esquina, fique só até onde os olhos podem ver. Mas tem algo incrível que está me puxando pra escuridão, ela me instiga.
Se tudo é uma surpresa e por enquanto não sei se você é algo maravilhoso ou não, o que custa acreditar que sim? Se todo mundo quer apostar alguma ficha, porque eu não poderia apostar todas as minhas acreditando que vou ganhar?
Faz tempo que fujo dos olhos, mas já que nesses me encontro absorta, acho que posso também voltar a apostar.
Então é isso, minhas fichas estão na mesa, junto com meu coração. Como um bom apostador só acredito no seguinte: Dessa vez eu vou ganhar!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
right is wrong, or boring
It's just, so predictable... All of her perfection and calm, this capacity of keep the controll and never get out of the line.
All of that stuff are so wrong.
(Why you have to stay on grass to feel safe? In fact, why you want something so sure when you can have all the amplitude of the sky?
You're afraid to fall, and that's why you're holding her hand instead of flying with me.)
But most of all, it's unfair.
All of that stuff are so wrong.
(Why you have to stay on grass to feel safe? In fact, why you want something so sure when you can have all the amplitude of the sky?
You're afraid to fall, and that's why you're holding her hand instead of flying with me.)
But most of all, it's unfair.
Dos "que's"
Da vontade de ir. Das ligações impulsivas na madrugada. Do que nunca será seu, mas que você briga mesmo assim. Da inconsequencia e incapacidade de permanecer na linha. Do cara difícil.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Foi uma noite fria...
O céu se encontrava num tom avermelhado
E mais uma vez eu estava lá,
perto.
Você é perto,
independe do lugar.
E não queria falar em amor à essas horas,
mas depois de tanta demora,
não me cabe mais ficar calada.
Nós nunca seremos...
Mas sempre estaremos assim,
viveremos assim,
de momentos.
De horas chuvosas.
Eu sei que você vai escorregar,
mil vezes ou até mais...
Mas estarei aqui,
hoje,
e na manhã seguinte.
Sei que sou de partir,
Mas quando aparece esse encontro,
não importa nada mais...
Nada que não for eu e você,
a noite fria,
ou um outro amanhecer de dia.
O céu se encontrava num tom avermelhado
E mais uma vez eu estava lá,
perto.
Você é perto,
independe do lugar.
E não queria falar em amor à essas horas,
mas depois de tanta demora,
não me cabe mais ficar calada.
Nós nunca seremos...
Mas sempre estaremos assim,
viveremos assim,
de momentos.
De horas chuvosas.
Eu sei que você vai escorregar,
mil vezes ou até mais...
Mas estarei aqui,
hoje,
e na manhã seguinte.
Sei que sou de partir,
Mas quando aparece esse encontro,
não importa nada mais...
Nada que não for eu e você,
a noite fria,
ou um outro amanhecer de dia.
Como parar de amar?
Ok, estou meio bêbada, mas não deixo essa pergunta fugir da minha cabeça. Como, mesmo depois de tanto tempo e tantos desencontros, você para de amar?
Já tentei de tudo.... parar de ligar, de falar, seguir com a vida e até mudar de estado... Mas como, mesmo assim, você consegue, parecer tão certo?
Não sei se tem a ver com a psicologia, astrologia, ou minha teimosia de insistir em estar. Estar.
Eu queria estar, desde o começo, não passar, nem dar um beijo correndo. Queria estar com você mesmo nessa incerteza, mesmo nessa chance pro fracasso total e probabilidade pra tristeza.
Qualquer noite...
Ok, estou meio bêbada, mas não deixo essa pergunta fugir da minha cabeça. Como, mesmo depois de tanto tempo e tantos desencontros, você para de amar?
Já tentei de tudo.... parar de ligar, de falar, seguir com a vida e até mudar de estado... Mas como, mesmo assim, você consegue, parecer tão certo?
Não sei se tem a ver com a psicologia, astrologia, ou minha teimosia de insistir em estar. Estar.
Eu queria estar, desde o começo, não passar, nem dar um beijo correndo. Queria estar com você mesmo nessa incerteza, mesmo nessa chance pro fracasso total e probabilidade pra tristeza.
Qualquer noite...
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
A verdade é que passarão anos, e vários desencontros...
Mas um dia ainda voltaremos a soltar pipas juntos e conversar durante horas. Um dia talvez, o que já foi complicado fique simples e toda essa vida faça sentido. Não há como explicar algo que até pra nós, só agora foi dito claramente, mas a gente sente, e sempre sentiu. Mesmo inibidos pelo medo e pelo tempo, agindo contra nós, chegamos aqui e agora não tem mais como voltar atrás.
É momento de replanejamento, de mudar as peças do lugar e apostar no sucesso, mesmo que esse não seja talvez o que sonhamos, é agora o que nos cabe.
E cá entre nós, o negócio é não desamarrar o nó, por mais complicado que ele seja.
l'll be around the morning after. (Ela disse, antes de sair correndo)
Mas um dia ainda voltaremos a soltar pipas juntos e conversar durante horas. Um dia talvez, o que já foi complicado fique simples e toda essa vida faça sentido. Não há como explicar algo que até pra nós, só agora foi dito claramente, mas a gente sente, e sempre sentiu. Mesmo inibidos pelo medo e pelo tempo, agindo contra nós, chegamos aqui e agora não tem mais como voltar atrás.
É momento de replanejamento, de mudar as peças do lugar e apostar no sucesso, mesmo que esse não seja talvez o que sonhamos, é agora o que nos cabe.
E cá entre nós, o negócio é não desamarrar o nó, por mais complicado que ele seja.
l'll be around the morning after. (Ela disse, antes de sair correndo)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
doença
Será que isso passa? Ou é uma doença que contraí na infância e vem me acompanhando até hoje?
Lembro que desde pequena sonhava muito, e alto. Sonhei em voar e inventei um balão feito de cesta de jornal e vários balões de festa de aniversário (aqueles maiores de todos que enchem de doces e estouram no final) enchidos com gás hélio. Na frente do meu prédio tinha essa árvore muito alta, e eu me imaginava voando dentro do meu balão do lado dela, pra ter onde amarrar a cesta, caso fosse ficando muito alto.
Eu nunca coloquei em prática meu projeto de balão, mas acho que desde aí contraí esse vírus da curiosidade. Desde então, sempre quis saber o que estava do outro lado da esquina, atrás da moita, de baixo d'água e por cima das nuvens. E tenho passado toda uma vida, a procurar. Estou sempre atrás de algo novo que me tire de órbita e me leve pra onde for.
Levei isso tão a sério que meus amores são como passarinhos e eu estou sempre segurando uma asa e indo atrás de uma nova viagem, de uma nova vida. Não minto, é difícil ter nascido várias vezes no mesmo corpo, mas por outro lado, tenho um prazer enorme em não ter rumo certo.
Minha casa é o mundo, e nele eu visito todas as esquinas que quiser, e abro buracos no chão se precisar afundar, e crio rampas se precisar olhar estrelas.
Para mim não é suficiente segurar um balão, eu ainda tenho essa paixão infantil pelas coisas, eu quero um balão pra voar. Quero passar por tempestades e testar se um raio pode ou não cair na cabeça duas vezes.
Estou aberta para tudo e por isso minha doença é grave. Mas ainda assim, é só ela que me mantém viva, aos trancos e barrancos, gritos e beijos. E que ela permaneça... me contaminando.
Lembro que desde pequena sonhava muito, e alto. Sonhei em voar e inventei um balão feito de cesta de jornal e vários balões de festa de aniversário (aqueles maiores de todos que enchem de doces e estouram no final) enchidos com gás hélio. Na frente do meu prédio tinha essa árvore muito alta, e eu me imaginava voando dentro do meu balão do lado dela, pra ter onde amarrar a cesta, caso fosse ficando muito alto.
Eu nunca coloquei em prática meu projeto de balão, mas acho que desde aí contraí esse vírus da curiosidade. Desde então, sempre quis saber o que estava do outro lado da esquina, atrás da moita, de baixo d'água e por cima das nuvens. E tenho passado toda uma vida, a procurar. Estou sempre atrás de algo novo que me tire de órbita e me leve pra onde for.
Levei isso tão a sério que meus amores são como passarinhos e eu estou sempre segurando uma asa e indo atrás de uma nova viagem, de uma nova vida. Não minto, é difícil ter nascido várias vezes no mesmo corpo, mas por outro lado, tenho um prazer enorme em não ter rumo certo.
Minha casa é o mundo, e nele eu visito todas as esquinas que quiser, e abro buracos no chão se precisar afundar, e crio rampas se precisar olhar estrelas.
Para mim não é suficiente segurar um balão, eu ainda tenho essa paixão infantil pelas coisas, eu quero um balão pra voar. Quero passar por tempestades e testar se um raio pode ou não cair na cabeça duas vezes.
Estou aberta para tudo e por isso minha doença é grave. Mas ainda assim, é só ela que me mantém viva, aos trancos e barrancos, gritos e beijos. E que ela permaneça... me contaminando.
domingo, 4 de dezembro de 2011
she's that kind of girl... the girl that you can`t have.
e você não sabia o porque disso, nem ela. mas ela sentia. sentia que por mais que te amasse agora e chorasse se você falasse em partir, ela uma hora iria embora sem nenhum motivo bom o bastante, inventando desculpas.
algo dentro dela borbulhava. talvez ou sangue, ou algo mais. era o que a impedia de ficar quieta, e ao mesmo tempo era o que a fazia amar tanto.
e ela tinha te amado fazendo essa substância ferver e transbordar por dentro de todo o corpo, conseguindo se apaixonar por você dos fios do cabelo aos dedos do pé. ela vibrava.
com todo esse amor, ninguém diria que ela iria partir. mas ela foi. sem explicação e ainda apaixonada.
ela é maravilhosa, mas não pode ficar. talvez você a considere egoísta, porque seguiu um impulso maior, um impulso corporal dela que falava mais alto que o amor que foi trocado. mas eu não acredito nisso... só acho que ela não pode ser de ninguém, como um gato.
rising
e assim, depois de aparecer em alguns sonhos, mais uma música apareceu e despertou você dentro de mim.
Somos desconexos, ela falou.
Ainda que fiquemos inebriados pelos mesmos sons, nunca viraremos um só e eu não sei viver a dois.
Você chegou pelos cantos e terminou por aparecer no meio quando eu menos esperava. Eu gosto de surpresas, e você soube me mostrar que pode ser doce, ainda que não se saiba o que.
Mas ainda que queira me jogar nesse espaço novo que se abriu, não poderia... pois sei que quando estiver pronta pra cair em nós, você irá voar em busca de algo mais brilhante... mesmo que meus cabelos brilhem como raios de sol. E por mais que durante minha queda e seu voo haja um encontro, este vai ser breve e descompassado.
Você soltará minha mão não por não querer segurá-la, mas por falta de encaixe.
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