hoje estou meio assim,out of control.
foi simples descobrir isso. simples descobrir,aceitar não. aceitar é complicado até agora. o que se passou foi,eu cheguei lá.
e fiquei esperando tanto pra chegar lá(neste lugar que cheguei),fiquei pensando tanto,planejando tanto no que fazer quando chegasse,que agora que cheguei estou perdida.
não sei qual é o próximo passo. aliás,sei. sei e não gosto nada do próximo passo. não gosto,não por ele já ser mais um degrau na subida que é o desenrolar da situação,e assim sendo,por me deixar ansiosa pelo próxima passo que darei. não gosto dele,simplesmente por ser como o começo.
o começo é aquele em que eu me encontrava ainda no chão. esperando no chão. aí eu fui,me juntei de toda a cara de pau e coragem,que meu pai me disse tantas vezes que eu tenho(mesmo que eu só tenha isso na cabeça dele) e subi um degrau. o primeiro.
na minha cabeça,o mundo já virou de cabeça pra baixo,por eu ter subido esse primeiro degrau. assim,gosto da modernidade,mas eu tenho de confessar que tenho um pézinho no tradicionalismo. esse meu pézinho me deixa sempre um passo atrás das atitudes que eu gostaria de tomar. quando esse meu pé ficou sabendo da história de eu ter subido o primeiro degrau... não deu certo. ele queria que eu descesse tudo de volta e saísse correndo daquela escada. mas aí,tivemos uma conversa e ele entendeu que em tal situação,não se pode voltar atrás.
mas voltando a contar do degrau em que estou,o problema deste degrau,deste degrau em que foi tão difícil subir,é que ele me deixa no mesmo estado em que eu estava antes de subir nele. ele me deixa num patamar mais elevado,mas não deixa de me deixar esperando. e se tem uma coisa que eu odeio,é esperar.
o que acontece é: houve uma ação,minha,e agora falta a reação,penso eu,acreditando cegamente na 3ª lei de newton,que uma hora ela há de chegar.
enquanto ela não chega,eu tenho de ficar nessa inércia. não posso mais dar o próximo passo,antes de 'plantar o que colhi'. mas não,não quero pensar na minha inércia de agora.
o ponto alto de hoje,o que fez toda a audiência do meu dia subir,foi àquela hora... em que eu me despi de todos os meus conceitos pré estabelecidos,em que eu botei minha cara a tapa,evidenciei toda e cada palavra que eu disse pra dizer tudo de supetão,sem ter esquinas pra onde correr e socorrer-me,sem ir em contra-mão,sem ter como voltar atrás.
hoje posso ficar orgulhosa porque não me controlei,e disse:
- eu amo você.
terça-feira, 25 de março de 2008
domingo, 9 de março de 2008
by my side
Hey dad, you know...
I just called to say hello
Here the summer is harder than ever
I go to school thinking only
In the time to get back
I pass the days thinking only
About what I had
By your side
I don’t know what’s happening between us
I’m a bit confused, just like when I take a bus
Send kisses for my brothers
I really miss them
I wish that I could see all of you everyday
Sometimes when I’m sick
Something happens to me
I start crying because of you,
Because of the moments we had together on my childhood
I can’t explain what is it for you
But I guess, one day, you should call me too
To tell me that if it were necessary
You would turn the world upside down
Just to be here again
By my side
segunda-feira, 3 de março de 2008
quero
quero,
enrolar a língua buscando algo que nunca busquei.
afundar navios não parece ser tão mal...
ir ao centro e ver que o e.t. sou eu,
nada mais que eu.
achar alguém que ache o céu em mim,
buscando aonde ainda não encontrei
aquele planeta que me explique o que não entendi.
vou voar num tapete que vai acalmar minha adrenalina
e transformá-la em paz.
entrei de olhos vendados em um quarto desconhecido,
só sabia da porta.
o que vai me acontecendo agora,não sei dizer,
estou esperando ouvir qualquer coisa
pra começar a situar-me.
ainda é um lugar estranho.
como aquela sensação que me arrepia os pêlos,
me faz chorar...
aquela coisa que me dá às vezes com coisas que eu não conheço
mas meu corpo reconhece.
a química do beijo,deve vir disso.
a gente ainda nem gosta daquilo,mas o corpo já gostava a tempo...
como um pedaço perdido,se acha,
e quando acha,floresce em sentimento.
em sentidos.
todos se afloram e a gente gosta.
pode até reformular os pensamentos da cabeça
mas sempre que em contato com sua parte perdida,
o corpo volta a desobedecer e a gostar.
e a gozar daquilo.
quero aprender francês,
tornar meu ócio em produtivo.
vou recomeçar do cem,e ir (des)evoluindo
voltar ao zero e ir crescendo.
quem sabe assim,depois (de)correr a vida em círculos
eu nasça em mim mais uma vez,e (re)conheça-me ao todo,
com a mesma certeza que tenho,ao contar meus dedos dos pés.
enrolar a língua buscando algo que nunca busquei.
afundar navios não parece ser tão mal...
ir ao centro e ver que o e.t. sou eu,
nada mais que eu.
achar alguém que ache o céu em mim,
buscando aonde ainda não encontrei
aquele planeta que me explique o que não entendi.
vou voar num tapete que vai acalmar minha adrenalina
e transformá-la em paz.
entrei de olhos vendados em um quarto desconhecido,
só sabia da porta.
o que vai me acontecendo agora,não sei dizer,
estou esperando ouvir qualquer coisa
pra começar a situar-me.
ainda é um lugar estranho.
como aquela sensação que me arrepia os pêlos,
me faz chorar...
aquela coisa que me dá às vezes com coisas que eu não conheço
mas meu corpo reconhece.
a química do beijo,deve vir disso.
a gente ainda nem gosta daquilo,mas o corpo já gostava a tempo...
como um pedaço perdido,se acha,
e quando acha,floresce em sentimento.
em sentidos.
todos se afloram e a gente gosta.
pode até reformular os pensamentos da cabeça
mas sempre que em contato com sua parte perdida,
o corpo volta a desobedecer e a gostar.
e a gozar daquilo.
quero aprender francês,
tornar meu ócio em produtivo.
vou recomeçar do cem,e ir (des)evoluindo
voltar ao zero e ir crescendo.
quem sabe assim,depois (de)correr a vida em círculos
eu nasça em mim mais uma vez,e (re)conheça-me ao todo,
com a mesma certeza que tenho,ao contar meus dedos dos pés.
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