Estou numa mistura louca, meio pânico, meio surpresa, meio euforia. Uma coisa que eu nunca senti antes e que agora veio assim, rápida.
Eu olho para os lados e tudo está claro e eu grande pra poder trocar lâmpadas e alcançar tudo. E eu pequena pra caber ali, perto do seu coração. Tenho uma chave para abrir a porta e criar um mundo... Mais que isso, uma chave para abrir seu coração, e cuidar dele... Não tenha dúvidas, eu vou cuidar. Mais que do céu, do mar e do seu jardim.
Eu vou cuidar das gavetas, de tudo que a gente for colocando nelas. Faço questão de encher cada uma devagar e ir guardando só as coisas boas.
Vou encher os vasos de flores, de beijos e gatos. Ir escrevendo o amor nos espelhos e trancando bem a porta pras palavras não fugirem.
Às vezes eu nem acredito nisso tudo, e vou procurando nos seus olhos as respostas pros meus mil medos. Às vezes acho, às vezes não, mas não me canso de ir procurando você... Em cima da mesa da cozinha, de baixo do chuveiro, na beirada da cama... Ficar te procurando é uma das coisas que eu mais gosto atualmente. E toda vez que te acho parece um pouco tesouro.
E eu adoro ir te achando mais todo dia e acordando mais todo dia e pensando todo dia numa vida inteira, assim... Comprando tinta e cobrindo as paredes de cor.
Quero pintar tudo de azul.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
"It's just so easy when the whole world fits inside of your arms"
Sinto que cada vez meu mundo se torna mais pequeno.
Não no sentido de estar ficando fria e a amplidão desinteressante, mas é que agora parece que não preciso ir pra lugar nenhum pra ter o mundo comigo. O meu mundo está me bastando mais que qualquer viagem ou festa ou mil pessoas novas... Ele anda cabendo dentro da minha mão e está mais delicado e decorado do que nunca.
É muito louca essa coisa de tranquilidade... Essa facilidade em abrir mão de fazer um giro de 360 graus e se permitir fechar os olhos. Eu, sempre tão inquieta, tão "em-busca", nunca achei que fosse deitar, ver a chuva cair, fechar as cortinas e ficar feliz, assim, aconchegante em mim. Muito menos em você.
É, mas fiquei...
Não no sentido de estar ficando fria e a amplidão desinteressante, mas é que agora parece que não preciso ir pra lugar nenhum pra ter o mundo comigo. O meu mundo está me bastando mais que qualquer viagem ou festa ou mil pessoas novas... Ele anda cabendo dentro da minha mão e está mais delicado e decorado do que nunca.
É muito louca essa coisa de tranquilidade... Essa facilidade em abrir mão de fazer um giro de 360 graus e se permitir fechar os olhos. Eu, sempre tão inquieta, tão "em-busca", nunca achei que fosse deitar, ver a chuva cair, fechar as cortinas e ficar feliz, assim, aconchegante em mim. Muito menos em você.
É, mas fiquei...
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Somethings never change
É preciso esquecer do que passou... Por mais que tenha doído e que tenham existidos mil xingamentos... É preciso esquecer.
É preciso esquecer porque o que é pra ficar, fica. O que foi verdade nunca muda... Mesmo com tantos outros, com tantos anos e com tanto choro.
As coisas só morrem quando a gente deixa... Se houver alguma emoção, mesmo que mínima, as coisas não morrem jamais, por mais que o tempo vá voltando a costurá-las aos poucos.
Anos não são dias e amor, amor é pra sempre... Mudando de endereço, de forma, ou mesmo passando por furacões.
Amor não acaba, vai passar por provas e gritos e épocas terríveis.
Mas é eterno...
É preciso esquecer porque o que é pra ficar, fica. O que foi verdade nunca muda... Mesmo com tantos outros, com tantos anos e com tanto choro.
As coisas só morrem quando a gente deixa... Se houver alguma emoção, mesmo que mínima, as coisas não morrem jamais, por mais que o tempo vá voltando a costurá-las aos poucos.
Anos não são dias e amor, amor é pra sempre... Mudando de endereço, de forma, ou mesmo passando por furacões.
Amor não acaba, vai passar por provas e gritos e épocas terríveis.
Mas é eterno...
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Tudo que a gente escreve é meio desabafo...
As cartas de amor, os olhos inchados, as estórias... Até a vida dos outros.
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