terça-feira, 26 de novembro de 2013

One heArt

Fiquei meio obcecada por essa poesia depois de vê-la no filme Flores Raras e é aí que entra o que
vem a seguir. My english sucks but that's ok.... haha


Primeiro a vergonha alheia que sentirei quando ver isso no futuro:






E agora a poesia lindíssima:

One Art - Elizabeth Bishop

The art of losing isn't hard to master;
so many things seem filled with the intent
to be lost that their loss is no disaster.

Lose something every day. Accept the fluster
of lost door keys, the hour badly spent.
The art of losing isn't hard to master.

Then practice losing farther, losing faster:
places, and names, and where it was you meant
 
to travel. None of these will bring disaster.

I lost my mother's watch. And look! my last, or
next-to-last, of three loved houses went.
The art of losing isn't hard to master.

I lost two cities, lovely ones. And, vaster,
some realms I owned, two rivers, a continent.
I miss them, but it wasn't a disaster.

-Even losing you (the joking voice, a gesture
I love) I shan't have lied. It's evident
the art of losing's not too hard to master
though it may look like (Write it!) like disaster.



Porque afinal, todos estamos sempre lidando com perdas, but see: It's not that hard to master.



quinta-feira, 14 de novembro de 2013

If you a get a feeling the next time you see me do me a favor and let me know

Em alguma realidade nós ficamos juntos? Quero viver nela. Se você diz que a gente nunca experiencia a própria morte, não quero experienciar a morte desse amor também. Vou fugir pra essa realidade em que ainda somos nós.
Dá pra ir pra ela agora? Nessa você fica?





segunda-feira, 11 de novembro de 2013

dia Onze

I wish I was like a movie for you.

Eu queria ser como um filme pra você.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

dia Sete

Hoje tá nublado:
eu e céu.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Nossos corações nunca estão na gente.
Vamos nos apaixonando assim, sem querer, sós e, só num olhar... Nessa lá vai o coração, tentando habitar outro espaço, fazer parte d'outro corpo.
Fica nessa dança psicodélica e ilusória. Por que amar é sempre meio ilusão. O outro é  muito do que a gente cria. É sempre quem não é.
Pior, não existem mapas! No amor estamos sempre perdidos e na busca... Do olhar, da certeza, da casa. Sem saber totalmente se quando nosso coração for morar lá no do outro, o do outro vai vir morar no nosso. E é um risco ficar sem coração pra bater.
Mas a gente arrisca, porque o coração é incontrolável. É teimoso e inadestrável. Aí compra passagem, passa o telefone, tenta morar junto, junta os corpos, tira fotos, faz tatuagens e reza.
Reza para que o coração vá, enquanto o outro vem, e não tenha que voltar para nós.



Reescrevi e reafirmo!